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31 julho, 2014

Hoje é dia do Orgasmo!!!




Arrepios, calor, coração disparado e contrações involuntárias pelo corpo podem ser descritas como algumas das sensações percebidas pelo ser humano no momento em que ocorre o orgasmo.



Conhecido também como o ápice do prazer sexual, o orgasmo possui benefícios que vão muito além do prazer. A produção de substâncias como serotonina e de hormônios que dão a sensação de prazer e bem-estar é verificada durante a realização do ato sexual.

24 julho, 2014

Hoje é dia do BDSM

Foto: Google Imagens

   Quem não é praticante do BDSM  talvez não entenda o trocadilho, mas 24 de julho é o Dia do BDSM, pois lembra uma sigla interessante aos sadomasoquistas, 24/7. Entenda como a data foi escolhida:


            Numa noite de verão de 2003, um grupo de adeptos de BDSM estava a    
            conviver no Club Social Rosas 5 (Barcelona) quando a dada altura se 
            darem conta de que, ao contrário do que acontece com praticamente 
            todas as comunidades do mundo, não exista um Dia Internacional do 
            BDSM. Então porque não institui-lo eles mesmos?
            A data ideal não foi difícil de escolher, uma vez que 24 de Julho seria 

            uma excelente representação das relações 24/7. Decidida a data, criado
            um logótipo e um texto, a proposta foi apresentada ao mundo através da 
            Internet, tendo mesmo recebido reconhecimento por algumas organizações.

   Apesar de ainda não ter sido reconhecida oficialmente a data tem sido motivo de celebrações com enorme êxito em diversas partes do globo, e espera-se que assim continue a acontecer nos próximos anos.
    
   24/7 (lê-se 24 por 7) é uma sigla, uma representação para o jogo de Domínio e submissão em tempo integral, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Onde o submisso e/ou masoquista fica completamente à disposição do Dominador e/ou Sádico. Fantasia extremamente comum entre os adeptos de práticas de BDSM.

    Na prática, o BDSM 24/7 é utópico, afinal a escravidão foi abolida em 1888. Manter alguém nos dias de hoje em regime de escravidão é crime e dá cadeia (ou pelo menos deveria). E mesmo sob o aval da consensualidade, manter alguém em cárcere privado sob penas disciplinares de lesões corporais (uma boa surra) é crime. É claro que os que vivem algo parecido, encontrarm a sua medida, seu jeitinho para viver o 24/7.
   Parabéns a todos os BDSMers nacionais e internacionais!!! Espero que as diversas postagens desse mês sobre o tema tenham mudado de vez a ideia de que os praticantes de BDSM são um bando de esquisitos e/ou pessoas a se temer.

   Aos não praticantes, aproveitem a data para fazer algo diferente com o seu parceiro. Criatividade é o que não falta nas práticas de BDSM.


23 julho, 2014

Especial BDSM: Relatos de uma Submissa

   Essa semana postei uma entrevista que fiz com o dominador Vulpes, acredito que para se ter uma compreensão melhor de qualquer situação essencial ver os dois lados, por isso hoje vou mostrar a vocês trechos do relato da submissa Petit sobre a primeira sessão deles.



                                                                 Foto: Google Imagens


1º Relato público de petit lapin_Dominus Vulpes

Olá para todos que se interessam pela evolução de nossa história dentro do mundo BDSM, tentarei relatar um pouquinho para vocês sobre o envolvimento do meu Senhor e eu.

14 julho, 2014

Especial BDSM: Entenda o que é

O BDSM é uma das práticas sexuais mais comuns que podem existir, embora para muitos se trate ainda de um tabu ou algo "moralmente incorreto", a realidade é que é a forma de encarar os encontros sexuais e de obter prazer. 

Foto: Google Imagens


As siglas de BDSM agrupam diversas práticas sexuais que se podem levar todas a cabo ou optar por alguma que lhe gere maior prazer ou atração:

B - Bondage
D - Dominação/Disciplina
S - Submissão e sadismo
M - Masoquismo


No bondage a chave são as ataduras eróticas que podem dar bastante prazer , a dominação e submissão incluí artigos de couro como vestuário e chicotes.
Funciona como um jogo de dominação – com o consentimento de ambos, é claro. Você pode usar cordas, braçadeiras, correntes, cintas, algemas. O objetivo não é provocar medo, mas elevar a expectativa. E assim prolongar o tesão, em um crescente.

Na dominação a chave é levar o controle do ato e do seu parceiro através de acessórios, vestuário, brinquedos sexuais e posições sexuais que lhe permitam ser o dono ou dona do encontro.

O papel de submisso é tomado por quem recebe a dominação enquanto que nas práticas de sadismo e masoquismo a chave é a união entre dor e prazer. O sádico é a pessoa que leva a cabo as ações enquanto que o masoquista é quem recebe as práticas conduzem a dor.

A tendência é associar o BDSM com o sadismo ou práticas sexuais pervertidas. Muitos casais comuns praticam-nas em menor ou maior grau para dar-lhe vida e quebrar a rotina dos seus encontros sexuais. Por exemplo, de vez em quando pode recorrer à dominação do seu parceiro e desfrutar com o sexo um pouco mais duro ou optar pelo bondage e atá-lo(a) para viver novas experiências.

O BDSM também agrupa toda uma subcultura com uma ampla história cheia de códigos em que entram palavras de segurança, suposição de papéis e diversos tipos de relações convertendo-o num sistema complexo com muitas camadas.

Seja uma fantasia sexual ligeira e inocente em casa ou um ato muito mais preparado e frequente, para levar a cabo o BDSM é necessário o consenso de ambos do casal, assim o prazer será partilhado e não apenas uma coisa de um.

Embora o BDSM contenha códigos complexos e formas não é mais que outra forma de alcançar o prazer que não deve ser vista com espanto e horror. Por exemplo a fantasia de dominador/dominado é uma das mais comuns e praticadas por todo o tipo de casais, o mesmo ocorre com o bondage ou com os encontros em que um dos membros é ligeiramente "castigado" pelo seu parceiro/a.

Se lhe interessa o BDSM e quer experimentá-lo de uma forma mais intensa, deve informar-se de forma profunda sobre o tema, mas sobretudo conversar com o seu parceiro/a, para que se possa tornar numa experiência agradável para ambos.

É essencial que os dois tenham intimidade antes de se começarem, pois será preciso conhecer os limites de quem está sendo amarrado. Seguem algumas opções capazes de proporcionar uma deliciosa tortura de prazer:

1. Vendas

Tapar a visão do parceiro é uma forma de aguçar seus sentidos e aumentar a sensibilidade da pele. Neste momento, tato, olfato, paladar e audição merecem ser explorados ao máximo. Cada aroma, sabor, palavra sussurrada ao pé do ouvido ou mesmo cada toque adquire um gosto diferente, quando se está de olhos vendados. É o momento ideal para acender velas aromáticas ou lhe dar um beijo após um gole de bebida. Chega a ser instigante imaginar que tudo é surpresa. Quem está vendado não consegue ver o que vai acontecer, então se você de repente abocanhar seu mamilo ou beijar seus pés, será totalmente inesperado.

2. Mãos atadas

Prender as mãos do seu parceiro é uma forma de deixá-lo à sua mercê. É importante colocá-lo em posição confortável, para que possa aproveitar o momento. Você pode usar qualquer coisa para isso, até um lenço de seda. A mensagem será a mesma: “Fique quieto. Quem cuida do trabalho todo agora sou eu”.

3. Vela negra

A parafina de vela branca queima a pele e provoca vermelhidão. Mas a vela negra não chega a ser tão quente a ponto de causar dor – é perfeita para esquentar. A sensação dos pingos de cera em contato com a superfície da pele provoca arrepios. Quanto mais perto das zonas erógenas, mais excitação ela causa. Experimente fazer as gotas quentes passearem dos ombros até a ponta dos mamilos para arrancar alguns suspiros do seu parceiro. Tenha cuidado para manter o fogo a uma distância segura de ao menos um palmo. Depois, é fácil tirar aquela cera endurecida da pele com a própria mão.

4. Shibari

Essa técnica de amarração japonesa é considerada uma forma de arte, de tão estética. Além de excitante, o shibari é belo, especialmente quando realizado em mulheres. Imagine que, quando amarrados, os seios ficam mais enrijecidos. A corda acompanha as curvas naturais do corpo. E a cada nó, eleva-se a tensão do momento. Em sex shops e lojas de fetiche é possível encontrar cordas de algodão, que não irritam em contato com a pele. É preciso cuidado para não apertar demais o tórax, pois pode prejudicar a respiração. Melhor deixar uma tesoura à mão, caso tenha que cortar a corda em alguma emergência.
Desenvolvido por Igor Thiago | imagem do livro O inferno de Gabriel | Não copie, seja criativo!